Alalaô!

Eu tinha escolhido uma série de fantasias bacanas antes do Carnaval e tinha até encomendado a minha saia de tutu (essa é da Farm :).

Mas o tempo estava curto, o blog teve problemas, e as fotos ficaram aqui guardadas. Agora que o blog voltou à boa forma, resolvi colocar aqui as imagens.

Uma das grandes vantagens de ser criança é que pode usar fantasia o ano inteiro! E tem cada coisa divertida, inclusive dá para improvisar em casa coisas bem parecidas.

Rabo de dinossauro da Bala da Banana

Coroa rosa da Daniela Santos e coroa amarela Contos de Vestir

Fantasias de abóbora e capa da Chapeuzinho Vermelho da Coisario e mulher-maravilha da BabyCool

Tutus da Minha Avó Fazia e Ateliê do Tutu

Fantasia de gatinha!

Capas da Coisas da Doris

A mãe e a tecnologia

A cena é clássica e você, que passou em algum momento pela década de 80 e 90, deve ter presenciado: a sua mãe tentando programar o videocassete para gravar alguma coisa.

Pausa dramática.

A mãe olha praquele negócio como quem indaga uma esfinge. Decifra-me ou te devoro. E os filhos de, tipo, 4 anos de idade, sabem exatamente que botões apertar.

Direto para 2012. A pessoinha que na década de 80/90 programava o videocassete agora é mãe.

Olha para o controle remoto e se dá conta de uma coisa: muito provavelmente a parte do cérebro que se relaciona com botões e aparelhos é a mesma responsável pelos filhos. Só pode ser isso! Depois que eles (os filhos, não os aparelhos) nascem, não sobra mais neurônio para decodificar um mero controle remoto!

E a mãe (que agora é avó) é perdoada por todos os programas e TVs Piratas perdidos na época.

Antes de ser mãe, a tecnologia me parecia assim:

Depois, juro, virou isso!

Quem tem amigos crafters tem tudo!

Eu sou uma fã dos crafts, dos trabalhos manuais, do faça-você-mesmo.

Por n motivos, seja porque nessa maluquice toda que a gente vive, fazer um trabalho manual é uma forma de terapia. Seja porque nesse mundo porco-capitalista-selvagem-etc é bom poder ter algo especial, que não é feito em série. Seja porque quem faz um craft coloca um pouco de si e coloca seu carinho, tempo e dedicação.

Lá em casa há uma certa tradição crafty. Minha mãe sempre foi uma estusiasta dos trabalhos manuais. Adora costurar, sempre costurou muito e quando eu era criança, ela recheou o guarda-roupa das minhas Barbies com os modelitos mais bacanas (preciso achar essas roupinhas).

Mas não só. Minha mãe adora um ponto-cruz, faz tricô, e ainda, de quebra, tratou de pintar várias fraldas de pano, que a Alice usou  quando bebêzica. Mais recentemente, ela se aventurou a fazer um cachorrinho.

Meu pai também tem sua parcela craftsman. Com ele montei casinha de boneca, móveis e brinquedos de montar. O departamento dele são as madeiras.

E com a valorização dos crafties, a melhor coisa é ver as amigas sijogando nos trabalhos manuais. É ou não é muito amor?

A Ana providenciou cestinhas fofas para a gente organizar badulaques e brinquedos:

Minha querida Miss Caffeine fez esse avental fofo e essa corujinha para a minha baixinha:

Matina fez essa árvore linda!

E a Ana, claro, além de tudo, ainda cozinha essas delícias! Ana, me adota? :D

Natália Serrano e seus brasileirinhos fofos

Contei aqui do show dos brasileirinhos onde a gente conheceu os bichos da Natália, né. Só que no dia do show eu não tinha nem guardado o nome da moça nem nada. E a etiqueta do bichinho não dava muitas pistas da autora.

Por sorte, e graças ao facebook, esbarrei virtualmente no brasileirinho-chefe e ele me deu o nome da mãe dos bichos. E assim descobri todo o “portfolio” da moça: http://natsbichos.blogspot.com/

São ou não são as coisas mais fofas? O tamanduá virou tipo assim BFF da Alice!

Como nascem os blogs, ops, os bebês, ops, os blogs, ei, qual usa fralda mesmo?


Antes de pensar em ter filhos (ou filha), aliás, bem antes, eu já estava parindo outro tipo de ser dependente: os blogs. O primeiro nasceu lá pelos idos de 1999 (gente, século passado!!! E nesse momento a gente entrega a idade).

Tem quem colecione tampinhas, selos, até filhos (porque atualmente ter 3, 4 ou 5 filhos é praticamente uma coleção né). Eu coleciono blogs. É sério.

Não feliz em ter um blog onde eu colecionava as coisas que me inspiravam, eu resolvi falar de comida, que é um assunto que sempre adorei. Não feliz em falar de comida em um só lugar, eu resolvi criar outro blog de comida (meldels, quanto uma pessoa pode gostar de comida??). Como ainda tinha o que falar, resolvi desopilar o fígado e falar de sapatos (sapatos é uma terapia, não é não? Eu também coleciono sapatos).

Tenho essa mania de colocar blog no mundo. Mas, ao contrário de filho – que a gente cria para o mundo, não é o que diz o ditado? – blog vai depender da gente para ser alimentado durante toda a vidazinha dele.

Quando estava grávida, obviamente qual foi meu primeiro pensamento? Em criar um blog, claro! (Ah, era enxoval?)

Comecei a registrar os momentos da barriga lá no Nhoc!. De onde veio o nome? Experimente dar uma mordida bem gostosa num bebê bem fofinho, foi o que me veio à mente. Brincadeira, não morde não, eles podem revidar – bebês são vingativos, principalmente os com dentes ;)

E lá registrei a gravidez, a barriga crescendo, o nascimento, minhas frustrações com a cesárea. Lá comentei as agruras dos primeiros meses, os dias de cólicas intermináveis. E lá também compartilhei as alegrias da minha pequena, seu aprendizado, e tanta mudança, tanta transformação. Também conheci outros tantos blogs bacanas por ai, aprendi muito, ri e chorei.

Mas como tudo tem seu ciclo, o Nhoc! não era mais o espaço adequado. Era um blog sobre a minha filha. E nesse redemoinho todo eu senti falta da mãe, eu senti muita falta de mim mesma. Eu queria um espaço onde eu também me sentisse protagonista.

E foi assim que nasceu o Sushi. Um lugar que eu posso misturar tudo o que me interessa, até essas coisas de maternagem e filhos, olha só!

Esse post faz parte da blogagem coletiva do Mamatraca, sobre o o nascimento dos nossos blogs maternos.

Brasileirinhos

Lembra do meu convite para ir ver os brasileirinhos? Pois é, a gente conseguiu não perder o show dessa vez!

Explicando: 16h é o horário universal dos programas infantis. Shows, teatros, contação de história, qualquer coisa voltada para crianças pequenas acontece às 16h. Numerologia deve explicar ou deve ser algum número cabalístico, não sei ao certo.

O que acontece é que às 16h costuma coincidir com a soneca da Alice. E com isso a gente acaba perdendo 90% dos programas infantis.

Maaaas, nesse sábado tudo conspirou a favor e deu tudo certo. E lá fomos nós para o SESC Consolação curtir um som dos bons.

Olha, o CD é bem bacana (como eu já disse, nós somos fãs). Mas ouvir ao vivo é sempre outra história, é sempre muito melhor! Arrisco dizer que eu gosto mais das músicas do que a própria Alice :D

Parte do show que eu curti muito foi a “decoração” do palco, formado por simpáticos bichos de pano, fofos e muito simpáticos. Tinha bicho-preguiça, jacaré, arara. Gostamos tanto que um deles, o tamanduá, veio morar aqui em casa. Os bichos são da Natália Serrano, depois falo mais deles.

Ah, de quebra, adorei o “figurino” dos músicos, todos de camisas estampadas ;)

Quando os brasileirinhos derem novamente uma canja, #naoperdam!

Tin-tin!

Antes da gente virar esse bicho-mãe e bicho-pai, confesso que a gente levava uma vida um tanto quanto ébria. O marido curte uma cerveja diferente e com ele conheci (e bebi) muita coisa além da velha Original.

Com gravidez, amamentação e tals, dei um tempo para a vida fermentada. Depois que a filhota desmamou, pude voltar a degustar sem culpa um bom choppinho.

Mas como fazer para encher a cara apreciar uma boa cervejinha já que ir para o boteco virou programa bem raro?

Como sempre tem gente muito criativa nessa terra, é claro que alguém teve uma brilhante idéia para socorrer as pobres almas na seca. Tem serviço de delivery de cerveja; supermercados que oferecem uma grande variedade de rótulos – em São Paulo, o mais bacana que a gente conhece é o Záffari, o Empório Santa Maria parece que tem uma boa seleção também; e padocas que capricham na oferta. Tudo para você levar para casa e poder beber sem se preocupar com o bafômetro.

Entre as opções, tem dois serviços bem dignos de nota. Um é o Have a nice beer, que é um serviço de assinatura de cervejas. Você tem direito de escolher dois tipos de cervejinhas por mês e se nada agradar, fica com crédito para o próximo mês. As bebidas são bem embaladas e de brinde, ainda vem uma revistinha interessante.

Outra opção bacana é o Nono Bier. Além de um ótimo catálogo, eles ainda têm copos e taças especiais, kits e barriletes. A grande vantagem da Nono é o preço, que costuma ser mais em conta que os outros lugares. E a entrega é nota 10, rápida e com todo o cuidado.

Agora, só falta esses serviços evoluirem e começarem a oferecer fralda também, não? ;)

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